Posts com Tag ‘José Serra’

Olá, amigos! Estou aqui, novamente, para relatar minhas impressões sobre o primeiro mês desta campanha eleitoral nas Minas Gerais. O sentimento é um só. Por onde passo, vejo que o povo, quando conhece melhor quem é o Governador Antonio Anastasia, têm se decidido pelo projeto da coligação “Somos Minas Gerais”. É verdade que ainda existe uma enorme parcela do eleitorado mineiro que não sabe quem é o atual governador, e também não foi informado de que ele é o escolhido do ex-governador Aécio Neves para sucedê-lo e manter, com isso, vivo o projeto de tornarmos Minas Gerais, até o ano de 2023, o melhor lugar para se viver. 

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Fonte: * Cláudio Gonçalves Couto – Valor Econômico

Muito se tem noticiado e comentado na imprensa acerca da possibilidade de Aécio Neves apresentar-se como candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por José Serra. O governador mineiro, contudo, tem dado reiteradas declarações de que não pretende assumir tal posto, preferindo focar-se na disputa estadual por sua própria sucessão e em sua candidatura ao Senado Federal. De fato, Aécio tem razões de sobra para fazer esta opção e nenhum motivo para integrar a assim chamada “chapa puro-sangue” do PSDB à Presidência da República.

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Olá, amigos!

Depois de um pouco mais de um mês sem atualizações, este blog volta às suas atividades normais. Ocorre que aproveitei este primeiro mês de 2010 para colocar algumas coisas nos devidos lugares, para poder enfrentar este ano que promete ser cheio, com difíceis eleições à vista. Tanto na grande eleição presidencial quanto nas escolhas estaduais, trata-se de um momento importante na vida do cidadão, pois em uma democracia representativa como a do Brasil, cabe a nós, eleitores, darmos nossa opinião e escolhermos aqueles que nos representarão nas esferas de poder, seja nos governando diretamente, como o Presidente da República e os Governadores de Estado, seja formulando leis e fiscalizando nossos governantes, como Deputados Federais e Estaduais (Distritais, no caso do DF) e Senadores da República. (mais…)

Amigos, abaixo segue mais um texto, desta vez da Jornalista Lúcia Hippólito, da CBN, que fala sobre a política de sabotagem, tema dos ultimos posts que venho colocando aqui neste blog. Ela faz um bom apanhado da história recente da política brasileira, mostrando que não é uma novidade essa primeira tentativa de manchar a imagem do pessoal Governador Aécio Neves, de Minas Gerais.

Segue o texto:

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Marqueteiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT-RS) e Presidente do Brasil nas horas vagas, Lula da Silva não se cansa mesmo de aprontar das suas. Não bastasse inchar a máquina pública, tornando novamente o Governo Federal um elefante branco, e promover programas de crescimento que não crescem nem nos números dos resultados obtidos, ele agora decidiu entrar de vez em uma campanha antecipada, algo proibido pela lei que rege os brasileiros, mas que parece não o atingir.

O Presidente, que não mede esforços para montar uma campanha plebiscitária, age em diversas frentes, a fim de esvaziar outros possíveis candidatos, como o Deputado Federal Ciro Gomes (PSB-SP) e a Senadora Marina Silva (PV-AC), afim de que sua base tenha um só candidato. Ele sabe perfeitamente que todo e qualquer candidato que surja dentro da base é um tiro na candidatura da Ministra da Casa Civil. Isso porque é notório que Dilma Rousseff não reúne característica políticas capazes de torná-la empática diante do eleitorado.

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Realmente é complicado entender a forma como nosso país é gerido atualmente. Embora se tenha uma política econômica austera, no Brasil não temos um projeto de país. O estranho é que se entende que pessoas bem intencionadas ganharam as eleições e, portanto governam o estado brasileiro. As políticas não passam de projetos eleitoreiros, sem um horizonte de continuidade. É o que se faz para agora, mas que amanhã acaba.

Explico: O Bolsa-Família, carro chefe do governo do Presidente Lula da Silva, não tem regras claras para distribuição dos benefícios. Não há uma contrapartida da parte do cidadão beneficiado. É o “dar o peixe”, sem “ensinar a pescar”. Isso faz parte de uma noção de poder tão repudiada pelo nosso Presidente quando ele ainda era só o Lula, lá em São Bernardo do Campo. Segundo esta lógica, o cidadão fica eternamente agradecido e dependente do governo. Assim, fica fácil transformá-lo em massa de manobra, para atender ao único projeto de futuro do PT, que é a perpetuação no poder. Para não deixar de falar no grandioso PAC, o badalado programa de investimentos do Governo do Brasil, nem 20% dele saíram do papel. A grande maioria das obras encontra entraves no IBAMA, porque agridem vergonhosamente o Meio Ambiente.

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Há cerca de uma semana o PMDB obteve uma das maiores vitórias de sua longa história, ocupando a presidência das duas maiores casas legislativas do Brasil (A ARENA morreria de inveja se ainda existisse). O ex-presidente da República, José Sarney, assumiu pela terceira vez a presidência do Senado Federal, e o Deputado Michel Temer assumiu – também pela terceira vez – a presidência da Câmara dos Deputados. Até aí tudo bem. Em termos, mas tudo bem.

Inicialmente vamos tratar do PSDB. O fato é que a vitória dupla do PMDB embaralha de novo o ninho tucano. Tudo porque o posicionamento dos dois postulantes à vaga de candidato do partido à Presidência da República foi diferente. E, neste caso, o Governador de Minas Gerais se saiu melhor. Vejamos:

O Governador de São Paulo, José Serra, se posicionou (e mandou o PSDB) a favor do Senador petista Tião Viana. Serra e Sarney não se entendem desde 2002, quando a família Sarney atribuiu a Serra a pulverização da candidatura presidencial de Roseana Sarney, o fato que levou o PMDB a apoiar José Serra, a contragosto de José Sarney, depois do rompimento do antigo PFL com o PSDB e o governo Fernando Henrique. A recondução de José Aníbal à liderança do PSDB também pode ser considerada um sério desgaste ao governador paulista, pois gerou um novo conflito interno no ninho tucano.

Por outro lado, o Governador de Minas Gerais, Aécio Neves, manteve neutralidade, dizendo que deveria ser respeitada a praxe interna que reza que a maior bancada tem o direito às presidências tanto da Câmara dos Deputados como do Senado Federal. E o PMDB é o maior partido nas duas casas. Aécio ainda conta com a simpatia dos líderes nordestinos do PMDB nos principais colégios, como Pernambuco, Bahia e Maranhão. Com isso, o governador mineiro conseguiu neutralizar o jogo depois de ficar por baixo na preferência com a jogada política de José Serra, que trouxe Geraldo Alckmin – que até então preferia Aécio e as prévias internas, e depois do cargo no governo paulista mudou o discurso – para o seu lado.

O PMDB certamente definirá os rumos da disputa presidencial de 2010. O apoio aos tucanos ou ao PT dará força para o candidato. Por isso o Presidente da República, Lula da Silva, passou por cima dos interesses petistas no Senado Federal e avalizou essa polarização de poder nas mãos do PMDB. É tudo para não perder o apoio à favorita presidencial, Dilma Rousseff. Sem o apoio do PMDB, a ministra-chefe da Casa Civil tem um sério risco de ver sua candidatura naufragar antes mesmo de zarpar na corrida eleitoral. E sem o apoio do PMDB, até candidaturas como a de Ciro Gomes fica prejudicada, ainda mais se este partido (PMDB) de aliar ao terceiro maior partido político do Brasil, o PSDB (Segundo o total de eleitores nas últimas eleições – TSE). Aí a candidatura Dilma fica meio que inviável. José Serra ou Aécio Neves, com o apoio do PMDB, vencem tranquilamente a eleição para suceder o Presidente Lula da Silva.

Ou seja, caro leitor, quem quiser o PMDB como parceiro vai precisar barganhar muito bem o que tiver a oferecer!