Posts com Tag ‘Comércio Exterior’

A partir do dia (27/4) entrou em vigor o novo Drawback Integrado. O regime especial aduaneiro foi instituído pela Portaria Conjunta nº 467, de 25 de março de 2010, assinada pela Secretaria de Comércio Exterior e pela Secretaria da Receita Federal. Atualmente, cerca de 2,5 mil empresas utilizam drawback, esse valor representa 25% das empresas exportadoras do País. Em 2009, foram exportados US$ 38 bilhões com utilização de drawback. Para esse desempenho, as empresas importaram US$ 5,3 bilhões e compraram US$ 1,9 bilhão no mercado interno.

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Pessoal, a CAMEX liberou no fim do mês passado a nova lista de ex-tarifários, que correspondem, explicando a grosso modo, a desoneração de alguns impostos para determinados produtos, ou grupo de produtos advindos do exterior, ou que sua produção implique recursos advindos do exterior. É uma tentativa do governo de estimular o comércio exterior, que segue ainda abalado com o dólar baixo no Brasil, e com a ultima crise financeira mundial.

Segue o texto:

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Pessoal, esta é uma notícia muito importante. Talvez, em termos de comércio exterior, uma das mais interessantes no que tange as relações comerciais do Brasil. A OMC deu ganho de causa ao Brasil na questão do Contencioso do Algodão, um caso que se arrastava há anos em um dos painéis do organismo. Tudo aconteceu porque os EUA dão subsídios aos produtores de algodão deste país, e isso meio que inviabiliza a entrada do nosso produto no mercado internacional.

Leiam a matéria:

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Pessoal, esta Matéria de O Globo é muito interessante. Mesmo com o aclamado PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o Governo Federal ainda não conseguiu encontrar uma solução definitiva para o problema da logística, que encarece nossos produtos, deixando-os com uma menor margem de competitividade no mercado internacional. Isso é grave, pois sem um eficiente escoamento da nossa produção, não são fica difícil conseguirmos mercado para a venda dos produtos brasileiros, como também corremos um risco sério de perder mercados ja conquistados. Vale a pena conferir:

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Amigos, abaixo segue uma importante notícias, vinda do site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Trata-se do crescimento dos investimentos estrangeiros no Brasil, depois da elevação do nosso país ao nível Investment Grade, concedido pela Standard & Poor’s. O Brasil é, hoje, conhecido como uma terra de oportunidades concretas de bons investimentos. Esse é o resultado de um trabalho de 15 anos em área de política econômica.

Segue o texto:

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Enfim o Presidente do Irã chegou ao Brasil. Depois de algumas tentativas, Mahmoud Ahmadinejad veio ao nosso país com o intuito público de aumentar as relações comerciais com o Brasil, que hoje não passam dos US$ 2 bilhões. Trouxe consigo um bom grupo de empresários iranianos, dispostos a fechar negócios com o Brasil. A meta iraniana é chegar aos US$ 10 bilhões. Fosse apenas por isso, esta seria uma visita comum, como tantas outras que nosso Presidente recebe. Mas Ahmadinejad não é um visitante comum. Aliás, ele está longe disso. É a figura pública legalmente constituída mais contestada do cenário internacional na nossa atualidade.

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Desde março, a China é o principal parceiro comercial do Brasil, superando os Estados Unidos. Entre 1998 e 2008, as exportações brasileiras para aquele país cresceram mais de 18 vezes (ou 1.700%), passando de US$ 904,9 milhões, em 1998, para US$ 16.403 milhões, em 2008.

Apesar da crise, a tendência positiva se acentuou. Durante o primeiro semestre de 2009, período de forte desaceleração mundial, as vendas brasileiras para a China cresceram 41,1% em valores e 55,9% em volume, quando comparadas com as vendas do primeiro semestre de 2008. O resultado líquido só não foi melhor porque o preço médio dos produtos exportados caiu 9,4%.

Importante destacar que a China vem ampliando muito seus investimentos diretos no exterior, com destaque para grandes projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento. O Brasil não é exceção: mais da metade dos US$ 238 milhões que a China tinha aplicados em empreendimentos brasileiros até abril de 2009 entraram no país a partir de 2007.
 
Fonte: MDIC