O choque de gestão e o cidadão: Reflexos de um bom governo.

Publicado: 26/09/2009 em Política em Minas Gerais
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Quando se faz um governo pensando mais nas pessoas que em um próprio projeto de poder, o resultado leva a um projeto de país, que, por meio deste poder, simbolizado na Presidência da Republica, é capaz de fazer de maneira diferenciada e eficiente um governo que traga aos brasileiros uma perspectiva de crescimento continuado, sólido e bem distribuído. Mas não um projeto que vise a perpetuação deste poder às custas de programas de transferência de renda que acabam trazendo mais atraso que benefícios, quando não exigem da parte do cidadão uma busca pela melhoria da sua qualidade de vida de tal forma que este cidadão não mais precise da esmola do governo para viver.

Em Minas Gerais, o Governo de Aécio Neves pautou-se, desde seu início, em 2003, por priorizar as pessoas, adaptando as políticas públicas para atenderem aos anseios da população, que se reflete em mais segurança, educação, saúde e emprego, prioritariamente. Foi com esse intuito, de tornar Minas o melhor lugar para se viver até 2020, que o governo mudou a lógica da administração pública, tornando o estado mais eficiente e dinâmico, gerando economia com a máquina pública, de modo que se tenham recursos para se fazer os investimentos necessários que levem as vidas das pessoas realmente para um patamar melhor.

Tudo isso é muito bonito no papel. Vários governos já escreveram sobre suas intenções para dar ao seu povo mais qualidade de vida. Mas poucos são os governantes que podem encher o peito de orgulho e dizer que a missão proposta está sendo cumprida. Isso acontece porque os planos dificilmente alcançam a população, por serem utópicos demais, e não terem os mecanismos necessários para sua aplicabilidade.

Abaixo, os números dos acordos de resultados firmados entre o Governo de Minas e seus órgãos, deixam o Governador Aécio Neves nessa posição de saber, ao final de seu governo, que cumpriu com sua missão. Claro, nem tudo foi resolvido. Os problemas são muitos, mas a continuidade do projeto certamente ajudará a solucionar vários destas questões importantes que ainda nos século XXI continuam nos afligindo.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

1ª etapa – O número de contratos de exploração de patentes e fornecimento de tecnologia aumentou de 25 (em 2005) para 48 (em 2008), superando a meta de 27.

DEFESA SOCIAL

1ª etapa – A taxa de crimes violentos contra o patrimônio diminuiu de 362,53 (em 2007) para 292,4 a cada 100 mil habitantes, superando a meta de 338,91. A taxa de crimes violentos diminuiu de 430,49 ou 430,8, em 2007, para 354,73 ou 348.8 a cada 100 mil habitantes, superando a meta de 406,54.

2ª etapa – O número total (acumulado) de núcleos de prevenção à criminalidade implantados chegou a 36, superando meta 31 em 2007.

O número de agentes do Sistema de Defesa Social (PMMG, PCMG, CBMMG e Seds) qualificados em 2008 aumentou de 4.154 para 7.454, superando a meta de 7.000.

A taxa de fugas reduziu de 1,83 (em 2007) para 0,03 (em 2008).

A taxa de motins reduziu de 0,54 (em 2007) para 0,01 (em 2008).

O índice de profissionalização da população carcerária, das unidades prisionais existentes até 31/12/07, aumentou de 5% (em 2007) para 16% (em 2008), atingindo meta. Em Belo Horizonte, o número de inquéritos policiais concluídos aumentou de 2.027 (em 2007) para 5.900 (em 2008), superando a meta de 2.667.

O tempo de resposta no atendimento às ocorrências de combate a incêndios e salvamentos caiu de 21 minutos (em 2007) para 15,95 minutos (em 2008), superando a meta de 20,58 minutos. O número de crimes violentos diminuiu de 6.220 (em 2007) para 5.015 (em 2008), superando a meta de 5.847.

O número de crimes violentos contra o patrimônio diminuiu de 5.628 (em 2007) para 4.547 (em 2008), superando a meta de 5.290.

Em Contagem, o número de inquéritos policiais concluídos foi igual a 1.236 (em 2008), superando a meta de 1.226, e o número de inquéritos policiais concluídos em 2007, que foi 931.

O tempo de resposta no atendimento às ocorrências de combate a incêndios e salvamentos caiu de 21 minutos (em 2007) para 16,86 minutos (em 2008), superando a meta de 20,58 minutos.

Os crimes violentos diminuíram de 3.069 (em 2007) para 2.516 (em 2008), superando a meta de 2.885.

Os crimes violentos contra o patrimônio diminuíram de 2.521 (em 2007) para 2.080 (em 2008), superando a meta de 2.370.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL E URBANO

1ª etapa – Aumento de 76,92%, em 2006, para 80,5%, em 2007, do percentual da população com acesso à rede de esgoto ou fossa séptica. Esse desempenho fez Minas antecipar o alcance à Meta do Milênio Brasil, fixada em 78,8% para 2015.

O número de unidades habitacionais entregues (acumulado) aumentou de 12.084 (em 2007) para 16.815 (em 2008).

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

1ª etapa e 2ª etapa – O número de trabalhadores colocados no mercado de trabalho pelas unidades de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine) aumentou de 63.763 (em 2007) para 96.404 (em 2008), superando a meta de 70.400.

O número de vagas captadas no mercado de trabalho pelas unidades de atendimento do Sine aumentou de 105.446 (em 2007) para 173.556 (em 2008), superando a meta de 115.446

PLANEJAMENTO E GESTÃO

1ª etapa – A participação dos investimentos (despesas de capital) na despesa orçamentária aumentou de 13,47 para 16,01%.

SAÚDE

1ª etapa – A cobertura populacional do PSF aumentou em relação a 2007, passando de 64,75% (em 2007) para 67,07% (em 2008), superando a meta de 65,39%

2ª etapa – O número de coletas realizadas no Hemocentro de Belo Horizonte aumentou de 34.263 (em 2007) para 35.082 (em 2008).

A taxa de infecção hospitalar global na Casa de Saúde Santa Isabel diminuiu de 6,53% (em 2007) para 5,80% (em 2008).

O número de receptores de córnea na fila de espera caiu de 1.337 (em 2007) para 829 (em 2008)

TRANSPORTES

1ª etapa – O percentual de municípios com acesso pavimentado aumentou de 83% (em 2007) para 85,5% (em 2008). O percentual da malha rodoviária em condições funcionais boas ou ótimas subiu de 75,3%, em 2007, para 78%, em 2008.

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comentários
  1. Thais disse:

    Leonardo, trabalhar com metas e focar nos resultados é uma característica do modelo de gestão pública desenvolvido pelo Aécio, que poderia ser implantada em todo o Brasil se ele fosse o próximo presidente. Torço pra isso.

    Mas vc se esqueceu de dizer que o Aécio também avançou muito na área de meio ambiente, com a aprovação de uma lei florestal para reduzir o desmatamento e proteger a biodiversidade e a assinatura de um acordo para frear o aquecimento global até 2020.

    Com respeito e democracia podemos mudar o Brasil: http://www.youtube.com/watch?v=N-MniD0pmwM

    Até.

  2. Raquel disse:

    Independente de questões partidárias temos que saber reconhecer quando um político faz um bom trabalho como é o caso do Aécio Neves em MG. Ele é um bom gestor público e tem resultados para mostrar. Se ele tem um índice de aprovação tão alto em Minas Gerais que é um dos estados mais importantes do país, então é pq ele conseguiu fazer muita coisa boa por lá e não pode ser deixado de lado nas eleições do ano que vem. Quem tbm se preocupa em saber se o governo apresenta resultados pode fazer parte de uma causa no Facebook que defende que a modernização da gestão pública e mostra resultados. O que vcs acham desta causa? http://apps.facebook.com/causes/aecionevespresidente

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